Psicossomática
“As mágoas que não se tornam lágrimas encontram outros olhos para chorar. Mágoas não choradas são vistas pelos sintomas corporais.”
Henry Maudsley
O Self serve como estrutura de organização para fazer com que o ego, responsável pela consciência sirva a alma (psique) que utiliza determinados mecanismos a serviço da alma, como os sonhos, produções criativas, e sincronicidade. Quando a pessoa não entra em contato com seus mecanismos, ficamos fechados sem expressar nossos sentimentos e sem trabalhar seus afetos que geram emoções desconfortáveis ou negativas, por isso, somatizamos algumas doenças e dores. Buscar autoconhecimento sempre é a melhor opção para lutar contra o sintoma, e não paliar o sintoma existente em nosso corpo.
A psicologia analítica trabalha com a simbologia da relação corpo, sintoma, saúde e doença. Quando compreendemos a dor física e emocional como símbolo, estamos prontos para o processo de transcendência, ressignificação e regulação da nossa totalidade.
Um mau funcionamento da psique, ou alma, pode causar muitos prejuízos ao corpo, o sofrimento corporal afeta nossas emoções, pois alma e corpo na visão de Jung não estão separados no contexto da nossa existência.
A dor pode surgir como um alarme. Sentir dor nos faz buscar compreensão da nossa totalidade e até mesmo a prevenção, sendo a dor, uma expressão simbólica do nosso inconsciente, ou seja, o grito da nossa alma (vida).
Os sintomas corporais surgem como mensagem da nossa alma, e ao dar a devida atenção podemos observar o que está em desequilíbrio em nossas vidas e em nossa psique, podendo assim, conscientemente adquirir equilíbrio emocional, social e mental.
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